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Jornalista Gustavo Garcia compartilha detalhes de sua primeira experiência no trail run e as diferenças em relação às corridas de rua

É muito diferente correr no asfalto e na trilha? A resposta é sim. Apesar de serem modalidades que exigem esforço, treino, planejamento e a capacidade de percorrer longas distâncias, são esportes completamente diferentes.

Meu nome é Gustavo Garcia, eu sou setorista do Fluminense no ge.globo. Entre uma reportagem e outra, nos últimos anos, busco na corrida um local de autodescoberta. Entre as muitas histórias contadas em mais de 13 anos no jornalismo, trago na bagagem também alguns desafios pessoais: entre eles, três Ironman 70.3, três maratonas de asfalto e um Ironman Full.

No último domingo, porém, explorei um território novo e surpreendente: as trilhas do Vale das Videiras, em Petrópolis. Encarei os 30 km da WTR, com impressionantes 2.022 metros de ganho e 2.022 metros de perda, totalizando 4.044 metros de desnível. Foi uma experiência extraordinária de contato com a natureza, mas também um choque de realidade para quem está acostumado ao ritmo previsível das ruas.

Minha jornada em longas distâncias teve início de forma “prematura” em 2022, logo após um grande período de confinamento por causa da pandemia. Com o objetivo de me desafiar, me inscrevi no Ironman 70.3 do Rio de Janeiro.

Eu não tinha planilha, volume de treinos e nem experiência, mas consegui concluir a prova dentro do tempo, mesmo tendo sido “imprudente” na época.

No ano seguinte, não satisfeito, cometi o mesmo erro de voltar sem me dedicar aos treinos, somente pela sensação de concluir. Algo que hoje não recomendo para quem está começando. Respeitar o processo também faz parte do desafio.

Em fevereiro de 2024, contudo, o jogo virou: comecei a treinar com acompanhamento, na assessoria do treinador e ex-atleta profissional Iuri Vinuto, um dos grandes nomes do triatlo brasileiro.

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Por Gustavo Garcia

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